Seção do PublishNews divulga livros de autores e editoras independentes; nesta edição, são três destaques
O PublishNews publica regularmente a
Área Indie, espaço publieditorial que reúne informações sobre livros lançados de forma independente ou autopublicados. Nesta semana, na segunda edição de maio, são três destaques.
Psicanalista e psicóloga, cientista religiosa e ampla divulgadora dos princípios sistêmicos da filosofia de Bert Hellinger e da chamada constelação familiar, Isabela Couto se especializou no atendimento online e criou seu próprio método, no qual já tem cerca de 7,3 mil clientes na metodologia. Seu livro Ah! Agora Entendi! tem linguagem amigável que apresenta a filosofia da Constelação Familiar, e tem o objetivo de ser "revigorante, cicatrizante e amigável com os leitores".
Isabela já é best-seller nas vendas pela UICLAP e tem se destacado por auxiliar pessoas a compreenderem qual é o papel da metodologia em suas vidas e a se relacionarem melhor. Essa filosofia-simples é profunda, está em todo lugar e sempre acode os perdidos que pedem ajuda.
O segundo destaque da semana vai para o livro
Elena Ferrante, Tati Bernardi – A maternidade desnuda, a construção das vozes narrativas, a alteridade, escrito por Myriam Scotti e publicado pela editora Giostri. A obra propõe a análise e a comparação dos romances
A filha perdida, da escritora italiana Elena Ferrante, e
Você nunca mais vai ficar sozinha, da brasileira Tati Bernardi, a fim de refletir sobre a articulação entre a construção das vozes narrativas e a alteridade, no que diz respeito às escritas centradas na temática materno-afetiva. Ao escrever sobre os inconvenientes da maternidade, ambas as autoras se fixam no realismo particular de suas protagonistas-narradoras, renunciando à visão geralmente mitificada da maternidade e, por isso, optam por não apaziguar o leitor por meio de uma escrita idealizada sobre o tema.
Outro destaque é o livro recém editado pela editora Inverso:
Paulistana — Crônicas de um minuto, de Regina Dias. A obra é o resultado da observação do cotidiano, algo que se intensificou ao longo da pandemia, impulsionada pelas relações virtuais. A autora, conhecida por seu trabalho no audiovisual, reuniu em 182 páginas uma coleção de pedras preciosas literárias lapidadas em um exercício fino de concisão e precisão. Mais que o cotidiano da onipresente São Paulo, a obra oferece um vislumbre de impressões íntimas das suas jornadas aos centros do mundo, seja para reencontrar a si mesma numa missa na Notre-Dame ou fixar o tempo numa cabine de fotos automáticas em Londres.
Para saber como participar da seção Área Indie, um publieditorial, escreva para a Karina Lourenço, no e-mail comercial@publishnews.com.br.