
O Estadão replicou um texto do The New York Times sobre a dedicatória de Hemingway a religiosas que o auxiliaram em seu tratamento psiquiátrico, pouco tempo antes do autor cometer suicídio. De acordo com texto, por mais de 60 anos, as irmãs de São Francisco de Rochester, em Minnesota, têm sido as guardiãs do livro, que contém o que se acredita serem algumas das últimas palavras escritas por Hemingway.
Na Folha, uma reportagem registrou a melhora no quadro de saúde da escritora Adélia Prado, agora fora da CTI do hospital em Divinópolis. O Nexo repercutiu o sucesso da adaptação de Agatha Christie.
No Valor, o colunista José de Souza Martins indicou livros para o ex-presidente Jair Bolsonaro ler na prisão – Bolsonaro cumpre pena de 27 anos de cadeia após ser condenado por tentativa de golpe de estado. No início da semana, o Podcast do PublishNews também discutiu o assunto remição de penas via leitura.
Na Revista Cenarium, uma matéria mostra como a circulação de pessoas trans ainda é restrita no mercado editorial. A Veja, aproveitando o sucesso do filme Hamnet, em cartaz nos cinemas, listou duas verdades e uma mentira sobre William Shakespeare.

