
A Agência Brasil publicou uma reportagem em que profissionais do mercado editorial brasileiro relatam suas trajetórias, desafios e paixões pelo livro, destacando o propósito de trabalhar com literatura e editoras independentes.
O Globo anunciou essa semana que o antropólogo Michel Alcoforado, autor de Coisa de rico (Todavia), vai passar a assinar uma coluna semanal no jornal. "Quero trazer um termômetro de para onde o Brasil comezinho está indo. Não vou falar do noticiário. Só vai me interessar o soluço do Bolsonaro se estiver na boca do fulano que está bebendo no boteco. Só me interessa o Trump se virar música de carnaval. O Labubu me interessa quando sai da bolsa das famosas para chegar à Saara e à 25 de Março. Me interessa a tradução da cultura brasileira", explicou o autor. O jornal também listou sete livros para entender o Irã, país tomado por protestos contra o regime dos aiatolás
Já a Folha noticiou que uma biografia ambiciosa sobre Guimarães Rosa vai sair neste ano, numa parceria entre as editoras Nova Fronteira e Topbooks. O autor Leonencio Nossa pesquisou a vida do escritor por duas décadas. O jornal também publicou uma análise do livro Hamnet (Intrínseca), da escritora irlande Maggie O'Farrell, que inspira o filme de mesmo nome.
No g1, a notícia de que o ministro do STF Alexandre de Moraes autorizou o ex-presidente Jair Bolsonaro — preso na Papuda desde quinta-feira (15) — a ler livros para diminuir sua pena. Bolsonaro foi condenado a 27 anos de prisão por tentativa de golpe de estado e outros crimes.
De acordo com o portal Fora do Plástico, o Dia do Quadrinho Nacional pode virar lei em 2026, com investimentos adicionais na área. O Projeto de Lei 2.328/2024 propõe transformar o dia 30 de janeiro em data oficial no Brasil sobre o assunto, com atividades públicas focadas na promoção dos quadrinhos. A proposta foi aprovada na Câmara e está em análise no Senado. A iniciativa visa reconhecer historicamente o papel dos quadrinhistas e fortalecer o setor cultural. A data já é celebrada simbolicamente desde 1984 e está ligada à obra pioneira de Angelo Agostini.
O Nexo publicou uma matéria sobre a escritora Emily Henry, que vem movimentando a indústria de livros românticos.


