Publicidade
Livro da vencedora do Nobel mescla intimidade e história para falar de trauma e resiliência
PublishNews, Redação, 20/05/2025
Romance de Han Kang compõe um poderoso manifesto contra o esquecimento

Mesclando imaginação e realidade, a narrativa de Sem despedidas (Todavia, 272 pp, R$ 74,90 – Trad.: Natália T. M. Okabayashi) acompanha Kyung-ha, uma escritora que sai de Seul para a ilha de Jeju — onde dezenas de milhares de cidadãos foram aniquilados entre 1948 e 1949 —, para auxiliar uma amiga hospitalizada com os cuidados de seu amado pássaro de estimação. Ali, Kyung-ha entra em contato com a história há muito enterrada da família da amiga, entre sonhos e memórias, e um arquivo meticulosamente reunido que documenta o terrível massacre na ilha. Nestas páginas de beleza extraordinária, Han Kang compõe um poderoso manifesto contra o esquecimento. E transforma um episódio de violência em uma celebração da vida, por mais frágil que seja.

[20/05/2025 07:00:00]
Matérias relacionadas
Publicado originalmente em 1958 e lançado no Brasil em 2025 pela Todavia, com tradução de Jefferson José Teixeira, o romance é considerado um marco do policial japonês
No livro, uma mulher casada, de cinquenta anos, tenta superar o fim de um caso avassalador
Florence Knapp escreve sobre o poder das palavras, a fragilidade das relações familiares e o peso das decisões aparentemente pequenas que definem o rumo de uma vida
Leia também
Primeiro livro de Julieta Correa nasce do encontro entre memória e romance, fato médico e ficção literária, perda e presença, luto e humor
Livro conta história real e impactante sobre esperança e resiliência
Na escola, Anthony Hopkins era considerado por todos um caso perdido; até que, numa noite de sábado, assistiu a uma adaptação de Hamlet