Publicidade
Helena Ignez e sua importância no cinema brasileiro
PublishNews, Redação, 07/03/2022
Atriz que deu rosto a filmes do Cinema novo e longas cultuados do cinema marginal nos anos 1960 tem sua trajetória nas telas analisada em livro

Helena Ignez foi uma atriz fundamental na cinematografia brasileira dos anos 1960. Casada com Glauber Rocha, participando do primeiro filme do diretor, o curta Pátio, ela seria dirigida por alguns dos melhores nomes do Cinema Novo. Depois, começaria uma parceria com um dos mestres do cinema marginal, Rogério Sganzerla. Eles se casaram e Sganzerla a escalou em vários filmes, dois deles exemplares do mais poderoso cinema underground feito no Brasil, O bandido da luz vermelha (1968) e Copacabana, mon amour (1970). Trabalhando muito pouco nass décadas seguintes, ela deixou aos cinéfilos um legado de uma imagem magnética nas telas, com força e sensualidade. O livro Helena Ignez, atriz experimental (Edições Sesc, 232 pp, R$ 68), dos pesquisadores Pedro Guimarães e Sandro de Oliveira, analisa sua trajetória como atriz e, posteriormente, diretora.

[07/03/2022 07:00:00]
Matérias relacionadas
No filme, Kristen Stewart apresenta a trajetória de Lidia Yuknavitch, uma ex-promessa da natação olímpica que encontra na escrita uma forma de sobreviver aos traumas
Região capta a atenção do mundo como um farol de esperança, uma fenda num muro que parecia intransponível
Livro conta trajetória e bastidores dos Beatles
Leia também
Obra aplica os fundamentos da análise do discurso para ensinar o leitor a ler nas entrelinhas das notícias
Michael Löwy e Paul Guillibert recuperam a relação de Karl Marx e Friedrich Engels com os naródniks, os populistas russos que defendiam a comuna rural e o campesinato
Nesta segunda edição revisada e ampliada, Alberto Acosta complexifica a análise do conceito revolucionário de 'bem viver'