A partir da premissa de que profissionais do livro precisam forma leitores, Kim Doria, um dos finalistas do Prêmio Jovens Talentos, apresenta estratégias de comunicação que visam ampliar a base de leitores no Brasil
Precisamos formar leitores! Acredito que todo e qualquer profissional da indústria do livro de um país como o Brasil – continental e profundamente desigual – deve ter nítido para si sua missão. Não é uma tarefa fácil, fundamental que seja compartilhada com o poder público, mas é dever de todos os profissionais que trabalham com a produção e circulação da palavra escrita. O analfabetismo (funcional ou não) é um projeto de poder antidemocrático: não é acaso, tampouco uma realidade sem saída. Uma sociedade alfabetizada, leitora, crítica, é um projeto democrático e emancipador. E é somente nesse horizonte que uma indústria do livro pode verdadeiramente proliferar, bibliodiversa e vasta. Penso nisso todos os dias, nessa que me parece ser a tarefa inescapável pra nós, profissionais do livro. De que maneiras uma editora pode formar leitores? Kim Doria, um dos finalistas ao Prêmio Jovens Talentos, responde a essa pergunta em artigo escrito para o
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