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Memórias de Patti Smith
PublishNews, Redação, 25/11/2019
Em lançamento da Companhia das Letras, Patti Smith atravessa a América numa turnê com sua banda e propõe uma vigorosa meditação sobre morte, política, arte e um mundo em convulsão

Em O ano do macaco (Companhia das Letras, 168 pp, R$ 49,90 – Trad.: Camila Von Holdefer) acompanhamos uma Patti Smith prestes a completar 70 anos e precisando lidar com a perda de dois amigos queridos — seu mentor, o músico Sandy Pearlman, e seu referencial artístico da vida toda, o escritor e dramaturgo Sam Shepard. O ano é 2016. Donald Trump foi eleito presidente dos EUA e Patti, na estrada, atravessa o país fazendo shows, deixando-se levar por sonhos e delírios, adentrando a bruma de uma espécie de mundo das maravilhas muito particular, onde a lógica do tempo não existe e os mortos podem falar. Nessas memórias, a autora do aclamado Só garotos leva o leitor por uma delicada e surreal jornada ao coração de um dos períodos mais turbulentos de sua trajetória.

[25/11/2019 07:00:00]
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