
O jornal O Globo conversou com seu Adílio do Carmo, o último livreiro de Bangu, que segue na missão de formar novos leitores na cidade fluminense. A A&S Livraria de Adilo do Carmo virou ponto de encontro entre alunos, professores e amantes da leitura. Seu Adílio iniciou na profissão de livreiro aos 14 anos e viu a A&S Livraria receber muitos leitores por conta de um vídeo viralizado no TikTok sobre a livraria.
O novo romance de Haruki Murakami foi tema no Estadão. No texto, André de Leones contextualiza a conexão entre o lançamento A cidade e suas muralhas incertas e o conto O fim do mundo e o impiedoso país das maravilhas, precursor da obra e escrito em 1980. O jornal também destacou livros para ler no aniversário de 50 anos da morte de JK.
Alguns veículos brasileiros repercutiram a história do The New York Times sobre a polêmica entre a escritora britânica Rachel Cusk e a atriz estadunidense Natalie Portman. A discussão se deve por conta de uma semelhança entre a protagonista do romance e a atriz, notada pelos leitores que receberam edições antecipadas do romance. A identificação entre elas fez com que uma série de rumores circulasse na imprensa sobre uma "traição artística" da escritora. No Brasil, a obra de Cusk é publicada pela Todavia.
Outra matéria na Folha de São Paulo analisou ainda o trabalho gráfico ao longo da história da editora José Olympio.
No Uol, Antonio Tabet entrevistou a escritora Djamila Ribeiro sobre o processo de produção do Pequeno manual antirracista (Record). O portal repercutiu a notícia de que manuscritos de Gandhi foram vendidos por cerca de R$ 8,8 milhões na Índia. A Revista Bravo! entrevistou o cantor Emicida, que falou de seus livros favoritos e deu dicas de leitura do momento.
No Nexo, o pedagogo e pesquisador Leonardo Sacramento indicou cinco livros que mostram a formação da classe dominante de São Paulo. A revista Galileu repercutiu a notícia do homem que retornou um livro para biblioteca na Austrália com 150 anos de atraso.

