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Um hino à necessidade de amar e da gloriosa tirania do sexo
PublishNews, Redação, 1º/06/2026
Rosa Montero fala da passagem do tempo, do medo da morte e do fracasso — mas também da esperança

Soledad contrata um gigolô para acompanhá-la à ópera e provocar ciúmes no amante que a abandonou. Mas, na saída, um acontecimento inesperado e violento vira subitamente o jogo e marca o início de uma relação turva, vulcânica e não desprovida de perigos. Ela tem 60 anos; o jovem, 32. Soledad se rebela contra o destino com raiva e desespero — e também com humor —, e o relato de sua aventura se entrelaça às histórias dos escritores malditos da exposição que ela prepara para a Biblioteca Nacional de Madri. A carne (Todavia, 208 pp, R$ 84,90 — Trad.: Mariana Sanchez) é um dos textos mais livres e pessoais de Rosa Montero. Sua trama fala da passagem do tempo, do medo da morte, do fracasso e da esperança, da necessidade de amar e da importância de uma vida sexual ativa.

[01/06/2026 07:06:53]
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