Publicidade
Uma jornada poética e introspectiva
PublishNews, Redação, 19/11/2024
Com prefácio e quarta capa de Elisa Lucinda e orelha de José Castello, livro de Guiomar de Grammont é uma experiência que evoca as complexidades da condição humana

Mais pesado que o ar (Tinta Negra, 72 pp, R$ 48,90), de Guiomar de Grammont, é uma obra lírica que leva o leitor por uma viagem pelos recantos mais profundos da alma humana, explorando temas de solidão, deslocamento e transformação. Através de um olhar poético e sensível, o livro visita cidades icônicas como Paris, Sevilha, Havana e Ouro Preto, onde o viajante se confronta com o efêmero e o duradouro, deixando-se afetar pelas culturas e paisagens. Cada cidade se torna um reflexo das inquietações e descobertas internas do narrador, que nos convida a vivenciar a beleza e a dor de ser um eterno estrangeiro. Com uma linguagem que transita entre o concreto e o onírico, Guiomar de Grammont revela os encantos e desafios de uma viagem que é, ao mesmo tempo, física e existencial. Mais pesado que o ar é mais do que um livro; é uma experiência que evoca as complexidades da condição humana, ideal para quem busca literatura que transcende o cotidiano e alcança o sublime. A obra conta com prefácio e quarta capa assinados pela escritora e atriz Elisa Lucinda e orelha assinada por José Castello. Nesta quinta (21), a partir das 18h30, Guiomar autografa a obra na Livraria da Tarde (Rua Cônego Eugênio Leite, 956 - Pinheiros, São Paulo / SP).

[19/11/2024 07:00:00]
Matérias relacionadas
Festival literário dedicado à cultura negra em São Paulo tem curadoria de Guiomar de Grammont e homenageia a cantora e ativista Leci Brandão
Com 92 anos, José Amélio Molica estreia na literatura com um livro que transforma a memória pessoal em matéria poética
Livro faz uma viagem pela história de Joel Santana, o técnico que conquistou o título de 'Rei do Rio' ao vencer campeonatos cariocas pelos quatro grandes clubes do Rio
Leia também
'Nada mais triste do que um poeta feliz' apresenta uma coletânea com poemas inéditos, especialmente desenvolvidos para esta edição comemorativa
'Rifqa' é a bússola moral da obra e a chave para compreender a subversão da linguagem de Mohammed El-Kurd
Obra combina elementos narrativos marcantes, como a fusão do erotismo com humor e ironia