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Uma história otimista do homem
PublishNews, Redação, 18/03/2021
Em ‘Humanidade’, o historiador best-seller Rutger Bregman defende que, ao contrário de crença histórica, o ser humano está "programado" para ser bom

Se existe uma crença que une a esquerda e a direita, psicólogos e filósofos, pensadores antigos e modernos, é a suposição de que os seres humanos são maus – e ponto final. É uma noção que pode ser vista diariamente nas manchetes dos jornais. De Maquiavel a Hobbes; de Freud a Pinker, essa crença moldou o pensamento ocidental. O ser humano é egoísta por natureza e age, na maioria das vezes, pensando no interesse próprio. Mas e se o ser humano fosse, na verdade, essencialmente bom? Em Humanidade (Crítica, 464 pp, R$ 66,90 – Trad.: Claudio Carina), o historiador best-seller Rutger Bregman, questiona a visão pessimista sobre a espécie humana e apresenta uma série de estudos e exemplos para defender o revolucionário argumento de que a humanidade é, em essência, bastante decente e generosa. Ao longo do livro, o historiador retoma debates filosóficos, apresenta estudos científicos e teorias da psicologia para mostrar que a percepção que os seres humanos possuem de si tem enormes implicações nas relações sociais, inclusive na democracia. Considerado o "novo Sapiens", a obra é um convite para o leitor que deseja voltar no tempo e mergulhar em uma nova versão da história da humanidade.

[18/03/2021 07:00:00]
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