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Saraiva adia (novamente) sua assembleia de credores
PublishNews, Redação, 16/10/2020
E juiz autoriza a venda de mobiliário que pertencia às lojas já fechadas. Recursos obtidos com essa venda serão usados para cumprir plano de recuperação judicial e para capital de giro.

Móveis de lojas Saraiva fechadas serão vendidos à Via Varejo | © Humberto Sousa
Móveis de lojas Saraiva fechadas serão vendidos à Via Varejo | © Humberto Sousa
A assembleia em que os credores definiriam o futuro da Saraiva foi novamente suspensa e adiada para o dia 24 de novembro. Uma nova versão do plano de recuperação judicial deverá ser apresentada até o dia 16 de novembro para que os credores tenham tempo de analisá-lo antes do conclave. Enquanto isso, o juiz Paulo Furtado de Oliveira Filho, em decisão proferida nesta quinta-feira (15), autorizou a venda de itens que faziam parte do mobiliário de lojas já fechadas ou lojas com fechamento previsto para os próximos dias. Alguns credores – entre eles a Editora Madras e a Brasil Franchising – se manifestaram contrários à venda, mas o juiz entendeu que os bens não são mais úteis à atividade da Saraiva e que há um custo para armazená-los. A Saraiva já havia fechado um contrato de intenção de vendas com a Via Varejo. Ao juiz, a varejista informou que usará parte dos recursos apurados com a venda dos objetos para cumprir o plano de recuperação judicial e outra parte será usada como capital de giro.

[16/10/2020 08:20:00]
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