Em
Minha irmã, a serial killer (Kapulana, 184 pp, R$ 44,90 - Trad.: Carolina Kuhn Facchin), a nigeriana Oyinkan Braithwaite conta uma história ao mesmo tempo bem-humorada e assustadora sobre duas irmãs com temperamentos e atitudes bem diferentes uma da outra: Korede e Ayoola. Korede é amargurada, mas pragmática. Sua irmã mais nova, Ayoola, é a filha favorita, a mais bonita, e, possivelmente, com sérios distúrbios comportamentais. Seus três últimos namorados aparecerem mortos. Korede é pragmática, o que é uma benção para a irmã Ayoola, pois consegue manter a cabeça fria enquanto limpa cômodos ensanguentados, enfia corpos no porta-malas do carro e os joga de pontes no mar. Ayoola, por outro lado, mesmo sob suspeita, não consegue deixar de postar em suas redes sociais, aparentando muito mais felicidade do que deveria.