Livro é uma leitura compulsiva sobre lealdade, laços familiares e um amor que é tão destrutivo quanto poderoso
Os irmãos Carl e Roy Opgard foram bem-sucedidos na vida. Ou, pelo menos, tão bem-sucedidos quanto se pode ser em uma cidade pequena como Os. Carl administra o hotel-spa chique da região, enquanto Roy é dono de um posto de gasolina e tem grandes planos de transformar um terreno em um parque de diversões com uma enorme montanha-russa. Mas, quando surgem notícias sobre um túnel que vai ser construído nas proximidades, desviando o trânsito da estrada que atravessa Os e deixando a cidadezinha ainda mais isolada do que já é, fica óbvio que algo precisa ser feito... mesmo que os métodos sejam escusos. Felizmente, Carl e Roy têm experiência com trabalho sujo. Enquanto isso, o xerife da cidade colocou as mãos em uma nova tecnologia que lhe permitirá dar uma olhada mais profunda em uma série de incidentes suspeitos de anos anteriores ―, incluindo a morte do próprio pai. E, assim que ele reabre a investigação, o número de mortos começa a subir.
Laços de sangue (
Record, 392 pp, R$ 79,90, com tradução de Ângelo Lessa) é um tour de force tenso e uma leitura compulsiva sobre lealdade, laços familiares e um amor que é tão destrutivo quanto poderoso.