‘Farmácia literária’ é um serviço de biblioterapia criado pelas autoras Ella Berthoud e Susan Elderkin e publicado pela Record
E se a cura para a sua doença estiver bem longe de uma prateleira de farmácia? Esqueça os comprimidos e xaropes. A botica de Ella Berthoud e Susan Elderkin, autoras de
Farmácia literária (Verus / Record, 376 pp, R$ 44,90 – Trad.: Cecília Camargo Bartalotti) está cheia de livros. Nesta bula literária, não há contraindicações e o prontuário médico não faz distinção entre dor física ou emocional. Seja qual for a sua necessidade, um livro (talvez dois, ou três) pode ser o elixir perfeito. Em casos de coração partido, por exemplo,
Jane Eye, de Charlotte Brontë. Se o problema é medo de envelhecer, nada como
O perfume de Jitterbug, de Tom Robbins para dar aquela receita da juventude. Se é preciso curar o mau humor,
A ilha do dr. Moreau, de H.G. Wells, pode deixar tudo mais tranquilo. Mas se o problema for o desemprego,
Crônica do pássaro da corda, do romancista japonês Haruk Murakami, é capaz de trazer um ânimo extra.