Um dos maiores intelectuais de seu tempo, Umberto Eco morreu no último dia 19 de fevereiro, aos 84 anos. Ensaísta, filósofo, semiólogo e linguista, deixou como legado seus livros e uma contribuição imensa para o pensamento contemporâneo em forma de estudos, ensaios, reflexões e até entrevistas. A Record lança, neste mês,
A definição da arte (Record; 280 pp; R$ 39,90 – Trad.: Eliana Aguiar), conjunto de ensaios escritos por Eco entre 1955 e 1963, que ajuda a compreender a evolução temática de suas pesquisas – que o levaram, por exemplo, ao desenvolvimento da noção de “obra aberta” e às análises dos problemas da comunicação. Nesta obra, dividida em três partes, o autor coloca em questão o problema filosófico da possibilidade de uma definição da arte diante das estéticas contemporâneas.