Nos últimos anos, a sustentabilidade deixou de ser um tema periférico no setor editorial. Mas ainda há um ponto pouco explorado — e decisivo: o livro sustentável não começa na editora, nem na gráfica
A eliminação abrupta do shrink, sem redesenho logístico adequado, pode gerar efeitos ambientais indiretos indesejados
Em um país de desigualdades estruturais, medir acesso ao livro e à leitura não é um detalhe técnico: é um termômetro do desenvolvimento social e educativo
Há uma grande possibilidade se abrindo, com um uso de uma IA ética e responsável, que contribua para incluir alunos com necessidades especiais
Livro exerce função essencial no debate ambiental para além das negociações de chefes de Estado
Estabelecer parcerias com ONGs especializadas em meio ambiente e questões sociais pode trazer resultados significativos
Alto nível de uso de papel certificado e crescente debate sobre práticas mais sustentáveis são apenas alguns exemplos das movimentações do setor do livro
Com a COP 30 no horizonte, o Brasil tem uma oportunidade única de afirmar a educação e a leitura como estratégias centrais para a construção de um futuro verdadeiramente sustentável