'Cada vez que você respira, inala o pó dos nossos ossos' busca revelar como os grandes dramas não se desenrolam apenas em acontecimentos extraordinários
Valborg, marcada pela pobreza e pelo peso da maternidade, e Johanne, administradora discreta dos negócios da família e de seus próprios anseios, têm suas trajetórias unidas por uma decisão tomada em um momento de desespero. Anos depois, em um único dia de dezembro, as lembranças desse passado e os sentimentos que permaneceram silenciados voltam a se impor. Com um olhar atento para os atos mais corriqueiros, Ditte Holm Bro lança luz sobre a rotina de duas mulheres cuja amizade se desenvolve enquanto se sentem aprisionadas pelos papéis de gênero tradicionais dos anos 1950. Em pré-venda,
Cada vez que você respira, inala o pó dos nossos ossos (
Rua do Sabão, 156 pp, R$ 68,90 — Tradução: Ana Cunha Vestergaard) busca revelar como os grandes dramas não se desenrolam apenas em acontecimentos extraordinários, mas nos pequenos atos que sustentam, e por vezes ameaçam, a existência de todos os dias.