Após um naufrágio, Sophie é encontrada no dia do seu aniversário de um ano flutuando em um estojo de violoncelo no Canal da Mancha, e todos acreditam que a menina agora é órfã
Nesta obra
Nos telhados de Paris (
Intrínseca, 240 pp, R$ 69,90 — Tradução: Marina Vargas), de Katherine Rundell, uma menina considerada órfã descobre o significado da amizade enquanto procura pelo paradeiro da mãe perdida e desvenda um mundo secreto pelos telhados de Paris. Após um naufrágio, Sophie é encontrada no dia do seu aniversário de um ano flutuando em um estojo de violoncelo no Canal da Mancha, e todos acreditam que a menina agora é órfã — menos a própria Sophie. As investigações concluíram que nenhuma mulher sobreviveu ao incidente, mas Sophie tem certeza de que se lembra da mãe viva, pedindo ajuda na água. Ainda que Charles, seu guardião, insista que é quase impossível que a mulher tenha sobrevivido, “quase” não é o suficiente para fazê-la desistir. Então, quando a Agência Nacional de Proteção à Criança ameaça tirar Sophie da tutela de Charles e mandá-la para um orfanato, os dois decidem embarcar para Paris e investigar por conta própria o paradeiro da mãe da menina. Para isso, contam com a única pista que têm: o endereço do fabricante do violoncelo.