RJ Smith elabora um retrato abrangente de um dos grandes artistas, guitarristas e letristas americanos do século XX
Mais conhecido como o artista inovador por trás de clássicos como
Johnny B. Goode,
Maybellene,
You never can tell e
Roll over Beethoven, Chuck Berry era um homem de contradições selvagens, cujos motivos e motivações eram muitas vezes envoltos em mistério. Afinal, como um adolescente delinquente escreveu tantas canções que transformaram a cultura americana? E, uma vez alcançado fama e reconhecimento, por que colocou sua carreira em perigo com um comportamento pessoal imprudente que valeu uma vida inteira? Ao longo de sua vida, Berry recusou-se a lançar luz sobre a maestria ou os erros, deixando a complexidade que encapsulava sua vida e sublinhava sua música em grande parte inexplorada – até agora. Em
Chuck Berry: uma vida (
Belas Letras, 496 pp, R$ 169,90 — Trad.: Paulo Alves), o biógrafo RJ Smith elabora um retrato abrangente de um dos grandes artistas, guitarristas e letristas americanos do século XX, dando vida a Chuck Berry com detalhes vívidos. Finalmente, esta obra reúne o homem e a música.