Grande documento poético político da antiguidade das Américas
PublishNews, Redação, 12/12/2025
Texto de 'Popol Vuh' aborda questões como a origem do mundo, dos homens e dos animais

Popol Vuh (Ubu, 384 pp, R$ 159 — Trad.: Josely Vianna Baptista) é o mais importante documento poético político da antiguidade das Américas. O Popol Vuh, Livro do Conselho, ou Livro da Comunidade, guarda a cosmogonia, o amanhecer da natureza e da humanidade, a mitologia heroica, a história e a genealogia dos Maias Quiché da Guatemala. A edição da Ubu conta com notas e uma introdução da tradutora, e o prólogo, a introdução e as notas que acompanham a versão do manuscrito de Ximénez traduzida para o espanhol pelo erudito guatemalteco Adrián Recinos. Grande conhecedor das culturas mesoamericanas, em sua introdução Recinos traz informações detalhadas sobre o Popol Vuh e seu entorno histórico e cultural. Há ainda um texto do arqueólogo Daniel Grecco Pacheco sobre o papel e a importância deste livro clássico. Popol Vuh é comumente traduzido do idioma quiché como “livro da comunidade”. É um registro documental da cultura maia, produzido no século XVI. Escrito em forma de prosa poética, o texto aborda questões como a origem do mundo, dos homens e dos animais.

Tags: política, Ubu
[12/12/2025 08:21:25]
Matérias relacionadas
Nísia Trindade Lima, presidente da Fiocruz durante a pandemia do covid-19, revela os bastidores e os entraves políticos à vacinação em meio à maior crise sanitária dos últimos anos
Livro conta história da expressão que substitui termos inadequados e estigmatizantes, ajudando a compreender essas variações como parte da diversidade humana
José P. Castiano propõe uma reflexão sobre os desafios da reconciliação nas sociedades africanas contemporâneas.
Leia também
'Lá no meio da floresta' é novo livro das autoras Sônia Travassos e Luciana Grether e traz leitores para um universo de rimas, cores e encontros na natureza
Livro evoca as imagens da periferia em sua essência e pinta as dores e as mazelas de alguém que viu de perto as casas de madeira serem arrancadas pelo vento
Suzane Lopes convida o leitor a entrar no mundo delicado dos sentimentos que chegam de mansinho