Quarenta anos depois de ter sido publicada, a história cheia de humor de Suriléa: mãe-monstrinha' volta à cena com as divertidas ilustrações de Rosinha
Suriléa era uma mãe como muitas outras: Cheia de amor, mas com apenas dois braços, uma cabeça e duas pernas — insuficientes, segundo suas filhas ciumentas, Violeta e Margarida. Cansada das brigas por atenção, Suriléa sonha em se transformar numa mãe-monstrinha, com membros duplicados para acolher igualmente as duas filhas. Mas será que isso resolveria tudo? Quarenta anos depois de ter sido publicada, a história cheia de humor de
Suriléa: mãe-monstrinha (
Peirópolis, 48 pp, R$ 66), de Lia Zatz, volta à cena com ilustrações de Rosinha. E prova que segue atual e encantadora, fazendo rir e pensar sobre o cotidiano das crianças, os ciúmes entre irmãos e os múltiplos desafios e alegrias da maternidade.