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Apanhadão da semana: editoras e personalidades do livro durante a ditadura
PublishNews, Redação, 27/06/2025
Veja também: as entrevistas de Chimamanda e Aline Bei, destaques de feiras literárias no país

Protesto contra a ditadura no Centro do Rio de Janeiro em abril de 1968 © Arquivo Nacional
Protesto contra a ditadura no Centro do Rio de Janeiro em abril de 1968 © Arquivo Nacional

A Agência Pública investigou a ação de editores e editoras durante a ditadura militar no Brasil. Na longa reportagem, detalha-se mais de como instituições e personalidades do mercado do livro brasileiras participaram da instauração e da manutenção do golpe, a partir da publicação de livros, revistas, reportagens e até mesmo funções burocráticas.

A Folha de São Paulo publicou uma entrevista em vídeo com Chimamanda Ngozi Adichie, uma das estrelas da Bienal do Livro Rio, que lançou A contagem dos sonhos (Companhia das Letras) em 2025. O veículo também publicou uma matéria sobre o zelador do prédio da pensadora argentina Beatriz Sarlo, que agora está alegando que é um dos herdeiros da autora. Outra reportagem registra a resistência do cordel no Brasil, que conta com uma Academia própria, no Rio de Janeiro, com cerca de 12 mil títulos e 150 mil folhetos.

Um dos destaques de vendas d'A Feira do Livro, Aline Bei foi entrevistada pelo Estado de S. Paulo. O Estadão também compartilhou um webstories com livros para conhecer os autores convidados da Festa Literária Internacional de Paraty (Flip).

A estreia da ópera que adapta obra Feliz ano velho (Alfaguara), de Marcelo Rubens Paiva, foi tema do jornal O Globo.

O Estado de Minas questionou por que os livros favoritos das celebridades despertam tanto interesse em texto que listam alguns títulos de destaque.

No Meio & Mensagem, um texto dessa semana discutiu como o TikTok trabalha a construção de sua comunidade de aficionados em livros.

[27/06/2025 11:11:20]
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