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A raiva feminina
PublishNews, Redação, 25/06/2025
Psicoterapeuta e cofundadora do movimento Women Are Mad (WAM), Jennifer Cox confronta as normas sociais sobre feminilidade e mostra estratégias para expressar a raiva de forma saudável

Em As mulheres estão com raiva (Cultrix, 320 pp, R$ 64,90 – Trad.: Martha Malvezzi Leal) Jennifer Cox aponta que quadros de depressão, fadiga crônica, fibromialgia e doenças autoimunes estão nas bases da construção da feminilidade desde o berço. Ela ainda traz dados em que mostra o que as mulheres sofrem em cada etapa da vida: Meninas enfrentam as normas sociais – pelas roupas, brinquedos e tudo mais; garotas são vistas como objetos sexuais e criticadas por causa do corpo; mulheres, por conta da maternidade e as expectativas de carreira; e as idosas quando os médicos e profissionais de saúde costumam ignorar suas queixas. As mulheres estão com raiva busca mostrar como a raiva feminina é sistematicamente abafada pela cultura patriarcal, que muitas vezes promove a ideia de que devem ser gentis, pacifistas e compreensivas, e explora como essa repressão impacta negativamente o bem-estar emocional, psicológico e físico das mulheres. Jennifer argumenta que a raiva é uma emoção humana normal e válida, essencial para a proteção de direitos e para a expressão de muitas necessidades, e questiona mitos que associam a raiva exclusivamente a comportamentos destrutivos.

[25/06/2025 07:00:00]
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