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Apanhadão: livros de colorir já venderam mais de 150 mil cópias em três meses
PublishNews, Redação, 31/03/2025
Veja também: jantar realizado na semana passada reuniu membros do mercado editorial com o secretário municipal de Cultura de São Paulo, Totó Parente

'Bobbie Goods': no total, esses e outros livros de colorir já venderam mais de 150 mil exemplares em cerca de 90 dias | © Divulgação
'Bobbie Goods': no total, esses e outros livros de colorir já venderam mais de 150 mil exemplares em cerca de 90 dias | © Divulgação
Segundo dados da Nielsen Bookscan para a Folha de S.Paulo, os livros de colorir venderam mais de 150 mil cópias entre o final de dezembro de 2024 e o início de março deste ano no varejo brasileiro. A coluna de Mônica Bergamo também publicou um resumo de um jantar realizado na semana passada que reuniu membros do mercado editorial com o secretário municipal de Cultura de São Paulo, Totó Parente. Segundo a matéria, a principal queixa era o atraso nas compras do Programa Minha Biblioteca, vinculado à Secretaria de Educação, mas o secretário não sabia do que se tratava.

Um evento no Senado Federal nesta segunda (31) vai marcar o lançamento de livros e reedições sobre o golpe de 1964, de acordo com a Folha. A principal novidade entre os livros é 1964 – Imagens de um golpe de Estado (Editora Senado Federal), organizado por Heloisa Starling, Danilo Marques e Livia de Sá Baião. São 71 imagens do período que vai de novembro de 1963, com os principais episódios que acentuaram a tensão política do país, a 15 de abril de 1964, com a posse do general Castello Branco, o primeiro presidente do regime militar.

No sábado (29), morreu o advogado e membro da Academia Brasileira de Letras Marcos Vilaça. Ele fazia parte da ABL desde 1985. Wander Melo Miranda, professor emérito da Faculdade de Letras da Universidade Federal de Minas Gerais, escreveu na Folha sobre a retomada da obra de Osman Lins, proporcionada por diferentes editoras após o centenário do nascimento do escritor.

Após o anúncio de que Paulo Leminski vai ser o autor homenageado da Flip, o site Farofafá noticiou que o filho do escritor, não reconhecido por ele durante sua vida, está passando necessidades e em situação de rua no Rio de Janeiro.

O Estadão organizou um webstories com as obras mais conhecidas de Heloisa Teixeira. A repórter Juliana Domingos de Lima também escreveu sobre a autora: "a Heloisa da última década demonstrou a mesma vitalidade, curiosidade intelectual e abertura ao novo da mulher que acompanhou e ajudou a interpretar as transformações culturais vividas pelo Brasil e pelas mulheres brasileiras desde os anos 1960, no período da ditadura militar". Já O Globo publicou aquela que pode ser, até agora, a última entrevista da autora, à jornalista Maria Fortuna.

O Estado também publicou uma entrevista com Drauzio Varella, que está lançando um novo livro, O sentido das águas (Companhia das Letras).

No Uol, Juca Kfouri indicou dois livros sobre os anos de chumbo da ditadura militar,

[31/03/2025 10:00:00]
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