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Uma releitura dark de 'A Bela e a Fera' para fãs de romantasia
PublishNews, Redação, 13/02/2025
'O Rouxinol e o Monstro da Biblioteca', publicado no Brasil pela Plataforma21, conta a história de amor proibido entre uma humana e um feiticeiro

Em uma Nova York pós-apocalíptica, humanos e criaturas sobrenaturais, como trolls, goblins, vampiros e lobisomens coexistem em relativa paz sob as leis do Tratado de Monstros depois de um longo período de guerras que quase acabou com a humanidade. É neste cenário de O rouxinol e o monstro da biblioteca (Plataforma21, 484 pp, R$ 89,90 – Trad.: Isadora Prospero) que vivem e se relacionam Kierse, uma ladra destemida, e Graves, um feiticeiro que guarda segredos sombrios. Inspirado no folclore Celta e no clássico A Bela e a Fera, o best-seller do New York Times marca a estreia da autora K.A. Linde no Brasil. Ágil e cheia de truques, Kierse sobrevive nas sombras da cidade graças à guilda de ladrões que a acolheu após a morte dos pais. Treinada no mundo do crime, ela domina todas as técnicas para roubar de ricos e poderosos. Mas quando é contratada para invadir a misteriosa Biblioteca de Azevinho e furtar um objeto precioso, a protagonista não imagina que está prestes a violar uma regra do Tratado: entrar sem permissão na propriedade de um monstro. Ao capturá-la, em vez de matá-la, porém, Graves propõe uma parceria perigosa — a moça precisa roubar para ele um artefato protegido por sistemas inquebráveis, guardado por um vampiro vil. Em troca, ele dará à jovem não apenas liberdade, mas também respostas sobre quem ela realmente é. Em uma jornada de autodescoberta em que “heróis” e “vilões” não existem, K.A. Linde convida o leitor a questionar até onde cada um pode ir por amor e sobrevivência.

[13/02/2025 07:00:00]
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