Publicidade
A trajetória de Isabel Fillardis de forma intimista e sincera
PublishNews, Redação, 20/01/2025
Isabel abre as portas de sua alma e divide com o leitor suas vivências e memórias

Pela primeira vez, Isabel Fillardis abre as portas de sua alma e divide com o leitor suas vivências e memórias, suas reflexões sobre machismo, etarismo, empoderamento feminino preto, espiritualidade, amor, maternidade e racismo. Trata-se de uma conversa tocante e sincera, como se o leitor estivesse em sua sala de estar. A cada capítulo de Muito prazer, Isabel: Cristina & Fillardis (Ubook, 280 pp, R$ 89,90) é possível encontrar não apenas a artista admirada, mas também, uma mulher resiliente, sensível e repleta de sabedoria. A atriz nos traz sua perspectiva sobre as relações afetivas, sobre o ofício de artista no Brasil, sobre a maternidade sem romantismo, e mostra a importância de se reinventar a cada momento desafiador, tanto na carreira quanto na vida pessoal. O leitor acompanhará seu renascimento, após a descoberta de uma doença autoimune, um câncer e uma gravidez de alto risco. Muito prazer, Isabel: Cristina & Fillardis é como um diário, repleto de emoções, risos, música, teatro, cinema, amores, dores, cores, poesia, sonhos e fé. Um bravo primeiro ato de uma artista que abriu portas, descobriu novos caminhos e transformou-se, trazendo à tona sua real essência.

Tags: Musica, UBook
[20/01/2025 07:00:00]
Matérias relacionadas
Com mais de 17 anos de atuação no mercado editorial e digital, Viviane é cofundadora do Skoob, empresa na qual liderou, por mais de uma década, as áreas de comunicação e relacionamento com a comunidade
Alex Van Halen compartilha sua história pessoal de família, amizade, música e amor fraternal em uma homenagem notável ao seu amado irmão e companheiro de banda
Vinicius Castro mostra a importância do álbum, que, além de ser um disco definitivo para o metal, conseguiu extrapolar o universo do heavy metal para atingir os mais diversos públicos
Leia também
Livro ironiza elementos da psicanálise e das narrativas de superação
O autor vê o caminho da escrita sobre a literatura a partir de uma "desconfiança crítica", que deve se sustentar no pluralismo e na variedade de ideias
Em meio à viagens e experiências, autor português chega a conclusão de que tudo carrega a sua própria finitude