Para os decifradores de mistérios, primeiro volume da série do investigador Hartigan Browne chega ao Brasil
Com uma proposta divertida e misteriosa,
Detetive: O caso do Diamente Dumpleton (Via Leitura, 224 pp, R$ 49,90 – Trad.: Daniel Moreira Miranda) segue a tendência de obras como
A Mandíbula de Caim e
Murdle, que fizeram sucesso no exterior e no Brasil. Logo nas primeiras páginas, o leitor é convidado a testar suas habilidades de raciocínio lógico antes de receber o dossiê com o primeiro caso. Hartigan Browne procura um recruta para ingressar em sua agência de detetives. Ele busca alguém inteligente, com mente sagaz e ideias brilhantes. Em seguida, o mais novo contratado de Browne deve encontrar Dave, o míni yorkshire terrier pertencente à proprietária da galeria de arte de Little Dumpleton que está desaparecido. Pelas mais de 50 atividades para toda a família, os aspirantes a detetive são apresentados às listas de suspeitos, fichas com os depoimentos e outras tarefas que permitirão solucionar o mistério. A obra está dividida em oito partes, de forma que a cada novo enigma desvendado o leitor-detetive tenha acesso aos elementos que o ajudarão a solucionar os casos. O segredo principal da trama é o roubo do diamante Dumpleton. Para chegar ao verdadeiro culpado, os assistentes de Browne vão analisar mapas, organogramas dos acontecimentos, decifrar charadas, mensagens secretas, quebra-cabeças, caça-palavras e analisar impressões digitais. A obra é a primeira da série
Detetive.