Publicidade
Músicas, jogos e brincadeiras
PublishNews, Redação, 08/11/2024
'Barbatuques' ensina adultos e crianças a fazer do próprio corpo um instrumento musica

Barbatuques (Peirópolis, 96 pp, R$ 88), a banda que toca da cabeça aos pés, lança um novo livro com jogos e brincadeiras para ensinar adultos e crianças a fazer do próprio corpo um instrumento musical. As nove músicas que o grupo oferece no livro vêm acompanhadas de atividades lúdicas e com potencial pedagógico não só para a educação musical, mas também para o desenvolvimento criativo e afetivo. Quem se dispõe a explorar o corpo como uma fonte sonora se diverte com a música que ressoa pelos poros, “fazendo a palavra soar e suar”, como diz Chico dos Bonecos em seu prefácio, e experimenta também a arte de improvisar, deixando a criatividade fluir em conexão com outros praticantes. Os leitores navegam pelo livro com a alegre contribuição de um vocabulário visual que traduz a gramática sonora do Barbatuques, criado pela artista e designer gráfica Ana Starling, e podem acessar vídeos produzidos pelos integrantes do grupo por meio de QR codes que acompanham as músicas. A obra - escrita por André Hosoi, Charles Raszl, Flávia Maia, Fernando Barba, Giba Alves, João Simão, Luciana Cestari, Maurício Maas - será lançada no dia 17 de novembro, às 15h, na Livraria da Vila da Fradique (Rua Fradique Coutinho, 915, Pinheiros, São Paulo / SP).

[08/11/2024 07:00:00]
Matérias relacionadas
Quarenta anos depois de ter sido publicada, a história cheia de humor de Suriléa: mãe-monstrinha' volta à cena com as divertidas ilustrações de Rosinha
O livro nasce da busca de uma menina pela mãe ausente e dos encontros com a presença da poeta mineira Henriqueta Lisboa
Autor explora sensações e sentimentos comuns a bebês, crianças e adultos
Leia também
Livro publicado originalmente em 1974 é lançado pela primeira vez no Brasil
Neste livro de Ruth Ware, o que começa como um sonho paradisíaco rapidamente se transforma em um thriller psicológico
Com uma narrativa literária, Tathyana Viana toca nessa ferida aberta ao pôr em foco a vivência de uma menina de onze anos