'A girafa que comeu a lua' mostra a potência que tem a união de uma sociedade, neste caso, na floresta
Gisele, a Gi, que por estar muito ansiosa acabou descontando na ‘comida’, no caso a Lua, e teve de lidar com comentários dos seus companheiros de floresta. Mas
A girafa que comeu a lua (Elo, 72 pp, R$ 58), escrita por Francine Bittencourt e ilustrada por Vanessa Prezoto, ensina que a amizade e a aceitação são essenciais para lidar com as diferenças dentro de uma sociedade, neste caso, que mora na floresta. E é justamente este o lugar onde se passa essa história, em que a união entre os animais é tão grande quanto a exuberância ao seu redor. É na floresta que vive uma girafa que não é apenas conhecida por seu pescoço longo, mas também por seu apetite insaciável e um coração ainda maior. Tudo começa numa noite encantada, quando Gi repara numa lua brilhante e decide experimentá-la. O que era para ser apenas uma lambida inocente, transforma-se em um acontecimento surpreendente: Gi devora a lua inteira, deixando o mundo na escuridão. Julgada pelos seus pares e enfrentando a possibilidade de ser expulsa da floresta, Gi é confrontada com a aceitação e o apoio de seus amigos animais. Relembrando sua generosidade e o bem que ela fez à comunidade, eles decidem ficar ao seu lado, e, juntos, os animais trabalham para devolvê-la ao céu, e ali nasce uma relação improvável, que o leitor vai descobrir ao “devorar” a história.
A girafa que comeu a lua transforma um incidente em uma lição sobre amizade, compaixão e aceitação, celebrando a importância de aceitar as diferenças e cultivar as relações verdadeiras.