Publicidade
Um passeio pela história da arte em São Paulo
PublishNews, Redação, 28/03/2022
Coedição da Editora Unesp, Edições Loyola e Arte Integrada, livro analisa a riqueza artística das igrejas da capital paulista

Uma comunhão de artistas dos mais variados estilos, do barroco à modernidade, materializou na arte religiosa o melhor da expressão plástica do divino na cidade de São Paulo: Almeida Junior, Benedito Calixto, Victor Brecheret e Galileo Emendabili, por exemplo, são só alguns dos muitos mestres da pintura e escultura que se atraíram pelos templos. Como forma de mergulhar nesta vastidão de igrejas da capital paulista e em seu esplendor artístico, nasce o livro Igrejas de São Paulo: Arte e Fé - Arquitetura, escultura e pintura (420 pp, R$ 290), organizado por Percival Tirapeli e Laura Carneiro, uma coedição da Editora Unesp, Edições Loyola e Arte Integrada. A obra, ilustrada com 330 fotografias, reúne 80 artigos, de 40 autores dos mais renomados para tratar do tema. Ao longo do livro, o leitor poderá percorrer uma história da arte expressa na arte religiosa na cidade de São Paulo, a partir da construção e ornamentação de 70 igrejas e capelas da capital e arredores, erigidas na sua maioria entre 1900 e 1950. Os templos são apresentados cronologicamente e por estilos artísticos – barroco, rococó, eclético e moderno, e seus históricos – implantação, doações e curas.

[28/03/2022 07:00:00]
Matérias relacionadas
Obra busca libertar a ciência de entraves metafísicos, oferecendo uma análise rigorosa sobre a natureza do conhecimento físico
Textos da obra formam uma sequência que vai adensando passo a passo nosso entendimento da canção
Historiador Luiz Antonio Simas narra como a devoção a São Jorge resistiu a séculos de desconfiança da Igreja e sobreviveu a tentativas de apagamento
Leia também
Livro já foi publicado em mais de doze idiomas, recebeu o Prêmio Elias Canetti de 2019 ― o mais prestigioso da Bulgária ― e foi finalista do International Booker Prize de 2026
Em nova edição, romance amplia o retrato literário da cidade como espaço de deslocamento e silêncio
Na obra, um grupo de conhecidos se junta para praticar pequenos atos de 'terrorismo arquitetônico'