Depois de vivenciar um relacionamento fracassado e ter que lidar com chantagistas, fugir parece ser a única opção para Amir Azadi. Pousando em Roma por acaso, ele finalmente pode explorar quem realmente é, e as noites com novos amigos pelas praças da cidade e
dates na Capela Sistina logo se tornam sua rotina... até que sua antiga vida bate (literalmente) à porta. Amir sempre soube que sair do armário para a sua família muçulmana seria complicado – ele só não imaginava que isso terminaria em uma sala de interrogatório de um aeroporto. Agora, ele precisa dizer “toda a verdade e nada além da verdade” para um oficial da alfândega dos EUA, ou arriscar perder a liberdade conquistada com tanto esforço. Com tradução e capa de Vitor Martins,
Foi assim que tudo explodiu (Globo Alt, 294 pp, R$ 44,90), de Arvin Ahmadi, é uma celebração de como os momentos mais dolorosos da vida podem conviver com a alegria transformadora de descobrir quem você realmente é.