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Notícias d’Além Mar: Só as livrarias não podem vender livros em Portugal
PublishNews+, Jaime Mendes, 18/02/2021
Em sua estreia no PublishNews+, Jaime Mendes manda notícias direto de Portugal onde se discute calorosamente o funcionamento ou não de livrarias durante a pandemia

No mercado do livro em Portugal, a discussão do momento diz respeito aos lugares físicos onde o livro pode ser vendido. Apesar da primeira resposta à pergunta “onde se pode comprar um livro?”, ser: “numa livraria”, desde a metade de janeiro de 2021, que essa resposta não é tão óbvia assim. No país, o principal local onde ocorre a venda de livros ainda é nas livrarias físicas, de tijolo e cimento, sejam elas as 110 lojas pertencentes às grandes redes Bertrand (57 lojas), Fnac (34 lojas), Almedina (11 lojas) e LeYa (oito lojas) ou as que estão entre as cerca de duas a três centenas de pequenas e médias livrarias e alfarrábios (sebos) que, aos poucos, vêm se juntando na Rede de Livrarias Independentes (ReLI). Os livros ainda podem ser encontrados nos supermercados e hipermercados, lojas dos CTT (os correios daqui), papelarias, tabacarias (venda de jornais, revistas, loterias e tabaco) e redes de lojas como Worten, El Corte Inglés, Staples e Note (da mesma rede do supermercado Continente, do grupo Sonae). No último dia 15, iniciou-se o 11º período em que se vive sob a legislação de Estado de Emergência. Os três primeiros períodos ocorreram entre 19 de março e 02 de maio do ano passado, nos quais houve também o confinamento geral obrigatório. Durante esse período de 45 dias, foram suspensas as atividades de comércio a retalho (o varejo) mas foi, entretanto, permitido aos estabelecimentos (inclui as livrarias). Entretanto, no dia 14 de janeiro, com o agravamento da situação – o número de infecções diárias passou a ficar acima dos 10 mil casos – muita coisa mudou. Para ler a íntegra do artigo que marca a estreia de Jaime Mendes no PublishNews+, clique aqui.

[18/02/2021 10:00:00]
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