'TurboTecnoMachoNazifascismo'
PublishNews, Redação, 05/11/2020
Livro de Marcia Tiburi discute o fascismo e a tecnologia e as 'novas' metodologias políticas

No momento em que a desinformação e a lógica do desnorteio correm soltas como metodologias políticas, “turbotecnomachonazifascismo” é um nome para o fenômeno político se tornou corrente em alguns países. O ódio é o combustível que alimenta essa máquina movida à tração humana. O êxtase fascista é a droga do momento ao alcance de quem queira participar. Em Como derrotar o TurboTecnoMachoNazifascismo (Record, 196 pp, R$ 49,90) Marcia Tiburi busca dar nome ao inominável tendo em vista que qualquer projeto de transformação exige a compreensão do fenômeno a ser superado. Transformar o atual estado de violência e injustiça é o seu objetivo prático. Marcia explica: “Em nossa época, já não experimentamos apenas mais um histórico mal estar: retrocedemos à barbárie. As violências racistas se renovam na fase atual do capitalismo. Inomináveis, elas não deixam de atingir populações esmagadas economicamente e sempre na mira do capital. Fundamentalista e obscurantista, marcado pelo ódio mais extremo às minorias políticas e aos direitos da humanidade, o autoritarismo se renova e se encaminha para a dominação total. Ele assume a forma monstruosa de ‘turbotecnomachonazifascismo’”.

[05/11/2020 07:00:00]
Matérias relacionadas
Criada entre a ascensão do fascismo e a guerra, em uma Sicília parada no tempo e no espaço, Carlotta aprendeu que a única maneira de evitar o sofrimento é aceitar o próprio destino
Editora leva grupo de autores majoritariamente brasileiros em casa 'tipicamente' nacional
Iniciativa da Seiva será realizada em parceria com as editoras Fósforo e Record, em setembro, inaugurando sério de encontros online e gratuitos com grandes escritores
Leia também
'Lá no meio da floresta' é novo livro das autoras Sônia Travassos e Luciana Grether e traz leitores para um universo de rimas, cores e encontros na natureza
Livro evoca as imagens da periferia em sua essência e pinta as dores e as mazelas de alguém que viu de perto as casas de madeira serem arrancadas pelo vento
Suzane Lopes convida o leitor a entrar no mundo delicado dos sentimentos que chegam de mansinho