Na história que se passa logo após os eventos do primeiro livro, três personagens se unem em busca de resposta sobre a origem dos próprios poderes
Em mundo cada vez mais confuso sobre o que é certo ou errado; verdadeiro ou falso, qual é o papel de um super-herói?
Cidadão Incomum – A ponta do iceberg (Guará, 24 pp, R$ 6), de Pedro Ivo, explora o que aconteceria se, no Brasil, pessoas de diversas classes sociais, etnias e orientações sexuais desenvolvessem superpoderes. Um assalto a ônibus interrompe o trânsito de São Paulo e une os destinos de três personagens completamente distintos entre si. Zika, um criminoso sem teto; Caliel, um inexperiente super-herói incapaz de controlar os próprios poderes, e Érico Loschiavo, um policial honesto e desiludido com o sistema, que luta contra um trauma pessoal e o vício em cocaína. A obra expande o universo criado no livro
O Cidadão Incomum (Conrad), do mesmo autor, cujos direitos de adaptação para as telas foram adquiridos pela O2 Filmes. Na trama, Pedro Ivo revela como a mídia, a cultura das
fake news, os poderes e os privilégios alteram a percepção da realidade e do outro.