Livro reúne os trabalhos mais conhecidos e importantes de Susan Sontag e foi a obra que a consagrou como uma das pensadoras mais incisivas do nosso tempo
Primeira coletânea de ensaios de Susan Sontag,
Contra a interpretação (Companhia das Letras, 392 pp, R$ 79,90 – Trad.: Denise Bottmann) logo se tornou um clássico moderno. Em nova tradução, a obra traz comentários sobre os mais diversos aspectos culturais dos convulsivos anos 1960. O volume reúne os trabalhos mais conhecidos e importantes de Susan Sontag e foi a obra que a consagrou como uma das pensadoras mais incisivas do nosso tempo. Publicada pela primeira vez em 1966, esta coletânea de ensaios nunca saiu de catálogo e influenciou muitas gerações de leitores, assim como o campo da crítica cultural no mundo todo. Estão no livro os textos revolucionários
Notas sobre o camp e
Contra a interpretação, e também o debate acalorado de Sontag sobre autores como Sartre, Camus, Weil, Godard, Beckett, Lévi-Strauss, a psicanálise, filmes de ficção científica e o pensamento religioso contemporâneo. Além da nova tradução, esta edição traz o posfácio
Trinta anos depois, no qual Sontag reafirmou os termos de sua batalha contra os filisteus, contra uma ética frágil e contra a indiferença.