Publicidade
O livre mercado é culpado pela atual desigualdade econômica, a estagnação e a instabilidade política?
PublishNews, Redação, 08/04/2019
Livro escrito Eric Posner e Glen Weyl quer mostrar que não...

Muitos culpam o livre mercado pela atual desigualdade econômica, a estagnação e a instabilidade política. A solução seria controlá-lo, certo? Mercados radicais (Portfólio Penguin, 336 pp, R$ 89,90 – Trad.: Denise Bottmann) vira essa lógica de cabeça para baixo — e praticamente todo o pensamento convencional sobre o assunto. O livro revela formas novas e ousadas de organizar os mercados para chegar ao bem comum. Mostra como a força emancipatória de mercados genuinamente abertos, livres e competitivos pode despertar o espírito adormecido de reforma liberal do século XIX e levar a maior igualdade, prosperidade e cooperação. Eric Posner e Glen Weyl argumentam que somente expandindo radicalmente o escopo dos mercados podemos reduzir a desigualdade, restaurar o crescimento econômico real e resolver muitos conflitos políticos. Mas, para isso, devemos substituir nossas instituições mais sagradas por uma concorrência verdadeiramente livre e aberta — e este livro mostra como fazer isso.

[08/04/2019 07:00:00]
Matérias relacionadas
Rita Carelli reconstitui os fios da trama que atravessa o assassinato do missionário jesuíta Vicente Cañas
Erika Fatland conduz o leitor por uma jornada através daquele que é o maior legado das navegações lusitanas: a nossa língua portuguesa
Em 'As boas maneiras de morar', Carolina Pulici examina as relações culturais entre o Brasil e a França analisando as manifestações arquitetônicas na vida privada contemporânea
Leia também
Obra resgata, em dezessete ensaios, o legado intelectual do autor e difunde sua obra entre as novas gerações
Livro é composto por seis blocos — cinco poemas longos e um ensaio final —, que exploram temas como amor e perda, identidade, alienação e a tentativa de compreender o sagrado e o profano
A autora articula crítica cultural e engajamento político em textos que precedem debates atuais sobre corpo, identidade e poder