Publicado pela LeYa, livro mostra que, durante a Segunda Guerra Mundial, a igreja comandou uma equipe de espionagem para derrotar o nazismo
Baseado em transcrições e documentos confidenciais,
O papa contra Hitler (LeYa, 368 pp, R$ 54,90 Trad.: Carlos Szlak), do escritor e pesquisador Mark Riebling, revela uma batalha épica durante a Segunda Guerra Mundial. Embora publicamente adotasse um discurso neutro, o papa Pio XII comandou um dos maiores esquemas de espionagem para derrotar o nazismo, como os jesuítas armados que roubaram plantas das casas de Hitler e o voo de um editor de livros católicos que atravessou os Alpes carregando informações secretas obtidas junto à cheia dos guarda-costas do
führer. O autor revirou arquivos secretos para apresentar ao leitor essa história real que abre as portas do Vaticano e revela um dos eventos mais surpreendentes do passado da Igreja, digno dos melhores thrillers de Graham Greene, Ian Fleming e John le Carré. Poderoso, provocativo e emocionante,
O papa contra Hitler muda a forma como enxergamos a Segunda Guerra Mundial.