Publicidade
Como a democracia chega ao fim
PublishNews, Redação, 17/10/2018
Em lançamento da Todavia, professor de política na Universidade de Cambridge evidencia as ameaças sofridas pela democracia ao redor do mundo

Desde o fim da Segunda Guerra, o triunfo da democracia parecia incontornável. Hoje, contudo, ela se vê ameaçada, mesmo nos países onde é mais estável. Como chegamos a essa situação? Em Como a democracia chega ao fim (Todavia, 272 pp, R$ 64,90 - Trad.: Sergio Flaksman), o professor da Universidade de Cambridge David Runciman argumenta que estamos presos ao passado. Ao nos concentrarmos no fascismo e nos golpes de Estado como as principais ameaças, miramos os alvos errados. Nossas sociedades são complexas demais para colapsar da mesma maneira. Precisamos de novos modos de pensar o impensável – uma visão do século XXI sobre o fim da democracia, e se sua derrocada nos permitirá avançar em direção a um modelo melhor.

[17/10/2018 01:00:00]
Matérias relacionadas
Com base em uma pesquisa de mais de cem entrevistas, 110 livros e artigos científicos e cerca de 7 mil reportagens, Uirá Machado conta os pormenores da história de Mequinho
​Rute Costa e Inara Nascimento tecem uma obra em que ciência, cultura, ancestralidade e ação política negra e indígena possam dialogar
Helder Maldonado mergulha nas fraturas históricas e culturais de um país que, há muito, deixou de acreditar no mito da 'brasilidade cordial'
Leia também
o autor e ilustrador Alexandre Rampazo traz uma história inusitada com personagens clássicos de contos
André Gravatá convida o leitor a olhar o movimento que há na vida
No livro, Marieta inicia uma transformação delicada: aprende que crescer não é cumprir uma missão grandiosa, mas reparar vínculos, escutar o outro e reaprender a estar junto