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Um relato sobre os últimos dias de Hitler
PublishNews, Redação, 05/09/2018
Baseado em arquivos soviéticos nunca antes revelados e investigações forenses de última geração os autores relatam na obra os últimos dias no bunker de Hitler

Os nazistas capitularam no dia 8 de maio de 1945. Hitler se suicidou uma semana antes, em seu bunker berlinense. Os aliados e os soviéticos festejaram a vitória juntos. Essa é a versão mais conhecida da história. Na realidade, porém, no dia 1º de maio, Stálin ordenou que seus soldados investigassem a morte de Hitler e capturassem o corpo do ditador. O objetivo era buscar evidências da morte do homem ou um troféu de guerra que provasse ao mundo inteiro que seu país derrotara o monstro? Em 2017, depois de dois anos negociando com as autoridades russas, os jornalistas Jean-Christophe Brisard e Lana Parshina tiveram acesso aos dossiês confidenciais referentes à inacreditável perseguição ao corpo de Hitler empreendida pelos espiões soviéticos, assim como aos interrogatórios daqueles que testemunharam os últimos dias do Führer. E o mais importante: Moscou concordou em mostrar pela primeira vez e deixar que examinassem seus restos mortais — um pedaço do crânio com a marca da bala e a mandíbula. Numa investigação digna de um romance de espionagem, em A morte de Hitler (Companhia das Letras, 352 pp, R$ 59,90 – Trad.: Julia da Rosa Simões) os autores colocam um ponto final nos últimos questionamentos a respeito do assunto

[05/09/2018 07:00:00]
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