Publicidade
Dos consoles para a prateleira de livros
PublishNews, Redação, 16/09/2015
Jogo da Microsoft com vendas que ultrapassaram a marca de 60 milhões ganha nova versão em livro

dos maiores sucessos da Microsoft, com mais de 60 milhões de jogos vendidos em todo o mundo, Halo ganha mais uma versão em livro. Criado a partir do universo expandido do game, o romance Halo: broken circle (Fábrica 231; 304 pp.; R$ 34,50 e-book R$ 22,50 - Trad. Guilherme Kroll) é um mergulho nas origens desse universo fantástico e de um de seus mais improváveis heróis. O livro foi escrito por John Shirley, autor de premiados livros de fantasia e corroteirista de longas como O corvo. Na trama, em um universo influenciado pela herança de uma raça superpoderosa que desapareceu misteriosamente, os Forerunners, duas grandes raças alienígenas – os San ‘Shyuum (Profetas) e Sangheili (Elites) – travam uma batalha pelo controle dos míticos artefatos deixados por esses “semideuses”. Enquanto o líder Profeta tenta garantir o futuro de sua espécie por meio da dominação de outras civilizações, o rebelde sangheili Ussa Xellus vê nessa aliança uma forma de rendição, o que é totalmente inaceitável em sua cultura. Cada um deles fará o que for preciso para garantir que suas raças alcancem seus objetivos mesmo que, para isso, tenham que destruir a outra. A Planeta também tem uma série de livros inspirados no game.

[16/09/2015 09:57:27]
Matérias relacionadas
Ao lado do amigo Nilo, Aiko enfrenta racismo, conflitos familiares e dilemas de identidade enquanto desvenda a história da avó
A nova edição de 'Caligrafias' marca o retorno de um dos livros mais singulares de Adriana Lisboa. Publicada pela Rocco em 2004, a obra chega agora em edição revista e ampliada pela Maralto Edições
'Recomendo Ronda da noite porque é um desses romances breves que continuam a se expandir dentro do leitor. A prosa de Modiano é límpida, mas nunca inteiramente apaziguadora', sentencia
Leia também
Livro ironiza elementos da psicanálise e das narrativas de superação
O autor vê o caminho da escrita sobre a literatura a partir de uma "desconfiança crítica", que deve se sustentar no pluralismo e na variedade de ideias
Em meio à viagens e experiências, autor português chega a conclusão de que tudo carrega a sua própria finitude