Publicidade
Memórias da prisão
PublishNews, Redação, 16/07/2015
Prisioneiro de Guantánamo narra em livro os seus dias no cárcere

Desde 2002, Mohamedou Slahi está preso no campo de detenção da Baía de Guantánamo, em Cuba. No entanto, os EUA nunca o acusaram formalmente de um crime. Um juiz federal ordenou sua libertação em março de 2010, mas o governo americano resistiu à decisão e não há perspectiva de libertá-lo. Três anos depois de sua prisão, Slahi deu início a um diário em que conta sua vida antes de desaparecer sob a custódia americana, o processo interminável de interrogatório e seu cotidiano como prisioneiro em Guantánamo. O relato está descrito no livro O diário de Guantánamo (Companhia das Letras: 464 pp; R$ 44,90 - Donaldson M. Garschagen e Paulo Geiger), considerado um livro de memórias. A organização é de Larry Siems.

[16/07/2015 00:00:00]
Matérias relacionadas
A autora articula crítica cultural e engajamento político em textos que precedem debates atuais sobre corpo, identidade e poder
Fernando Morais reconstitui os anos finais da ditadura até a vitória do ex-líder sindical em 2002 como o primeiro presidente operário da história do Brasil
Obra que imagina futuro próximo marcado pela crise climática e aposta na comunidade como força de transformação será lançada em São Roque (SP) com conversa e atividades inspiradas no livro
Leia também
Livro integra selo dedicado a autoras em domínio público e reúne cartas escritas no século 18 e chega em tradução de Paula Carvalho, com apresentação de Nara Vidal
‘O poder das palavras e outros poderes — Leituras compartilhadas’ reúne artigos sobre a trajetória do autor e a importância das políticas públicas
Ação é destinada a bibliotecas públicas, comunitárias, unidades prisionais e serviços especializados de atenção à pessoa egressa do sistema prisional