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França, século XIX
PublishNews, Redação, 06/09/2011
Alexandre Samis conta como surgiu, de que forma funcionou e qual o legado da Comuna de Paris em sua nova obra, “Negras tormentas”

Mais que a “última revolução plebeia” ou “a primeira revolução proletária”, a Comuna de Paris foi uma experiência de autoinstituição, um evento autônomo e ousado por suas singularidades. Por conta disso, tornou-se uma linha divisória dos tempos – dos pensamentos, costumes e leis – estabelecendo um antes e um depois absolutamente antagônicos e irreconciliáveis. Negras tormentas – O federalismo e o internacionalismo na Comuna de Paris (Hedra, 368 pp., R$ 51), de Alexandre Samis, conta para o leitor do século XXI sobre a Comuna de Paris, respondendo questões levantas com o passar do tempo: Como foi possível realizá-la? Como foi o seu desenvolvimento? Qual o seu legado?

[06/09/2011 00:00:00]
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