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Você vai ganhar dinheiro com e-book se...
PublishNews, Maria Fernanda Rodrigues, 27/07/2011
Rochelle Grayson, da BookRiff, dá dicas para editores focarem suas estratégias na entrada, e permanência, no mundo digital

Se você responder sim a essas questões, é possível que tenha algum sucesso no mercado de livros digitais. Você dá as informações que as pessoas procuram? Seus leitores continuariam comprando seus produtos se você pisasse eventualmente na bola? Consegue fazer seu consumidor se sentir melhor sobre a vida e a imagem dele? As pessoas estão iniciando ou mantenho relacionamentos com outras pessoas a partir de seus produtos e serviços? Você dá a oportunidade de as pessoas ganharem (ou economizarem) algum dinheiro? Você ajuda a melhorar a carreira das pessoas? Você permite que as pessoas expressem sua criatividade? Você ajuda a aumentar o conhecimento das pessoas fornecendo informações relevantes? A lista foi dada por Rochelle Grayson, CEO da canadense BookRiff, uma empresa que permite ao comprador misturar conteúdos e formatos e criar um livro exclusivo, na tarde desta terça-feira, dia 26, durante o 2º Congresso Internacional do Livro Digital, em São Paulo.

Tudo isso para que os editores consigam reverter uma estatística revelada por Rochelle no início da palestra: “95% das pessoas que gostam de seu conteúdo não vão comprar de você”. E também para que os editores não se percam em meio a tantas novidades e caminhos que era digital abre (e também para que lucrem com isso).

Ter em mente o que as pessoas querem e o que as levaria a pagar por isso é um começo neste desconhecido mundo digital. “Hoje vamos pagar por coisas que vão nos poupar tempo”, comentou. E citou algumas iniciativas que podem ajudar a chegar mais rapidamente aos leitores, poupando-os o tempo e o trabalho de procurar por aquilo que os interessa. Uma delas é o serviço de assinatura de e-books, que pode servir para devoradores de livros e não valer de nada para leitores mais lentos. E ainda: curadoria de conteúdo, criação de serviços ou conteúdos vip pelos quais as pessoas pagariam um pouco mais, pagamentos com um tweet (já feito de forma isolada no Brasil), sites de compras ou de produção coletivas, entre outros.
[27/07/2011 00:00:00]
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