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O patinho feio que não virou só cisne
PublishNews, 8, 25/05/2011
Na releitura do conto de fadas, José Roberto Torero e Marcus Aurelius aumentam as possibilidades e transformam o destino do patinho rejeitado
No conhecido conto de Hans Christian Andersen, O patinho feio, publicado pela primeira vez em 1843, um filhote de pato nascia diferente de seus irmãos e, depois de crescer sendo muito atormentado, se descobria um belo cisne e todos os seus problemas se resolviam. José Roberto Torero e Marcus Aurelius Pimenta recontam o clássico na obra O patinho feio que não era patinho nem feio (Objetiva, 36 pp., R$ 36,90), dando um destino diferente ao personagem, ou melhor, vários destinos: o Patinho Feio pode se tornar um lindo cisne como no original, mas também pode ser um ornitorrinco roqueiro, ou um pinguim patinador, um dinossauro gigantesco ou até um patinho feio mesmo. Os escritores já tinham, em suas carreiras, intimidade com o mundo infantil: Torero, além de escritor, roteirista, jornalista e comentarista esportivo, escreve o Blog do Lelê, em que comenta acontecimentos variados sob o ponto de vista de uma criança, e Pimenta escreve a série Peixonauta, exibida pelo Discovery Kids.
[25/05/2011 00:00:00]
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